Castigo de uma funcionária no escritório do chefe
— …Então é isso, Rafael. Você está demitido. A partir de hoje. Amanhã já não precisa vir trabalhar — a voz do chefe estava cheia de irritação e raiva. No final ele deve ter batido o telefone com tanta força que o som ecoou dolorosamente nos meus ouvidos. A linha ficou muda, apenas com curtos sinais.
Então era realmente o fim. Eu nunca fui muito apegado a esse trabalho. Durante os dois anos em que fui chefe da filial regional, nunca tirei férias e acabei me tornando uma pessoa irritada, amarga e pouco sociável. Mas mesmo assim… eu sempre imaginei minha demissão de outra forma. Primeiro, deveria ter sido minha decisão, e segundo, nas minhas fantasias todos estariam me implorando, com lágrimas nos olhos, para que eu ficasse… Mas, enfim.
Levantei da grande cadeira de couro, abri o cofre e tirei uma garrafa de bom uísque já pela metade. Servi meio copo e virei de uma vez.
Ainda precisava contar aos funcionários de alguma maneira, talvez organizar uma despedida, convidar todos para um café… Servi mais um pouco, bebi e coloquei a garrafa de volta no cofre.
Bateram à porta.
— Rafael, posso entrar?
Pela voz reconheci a chefe do RH, Carolina.
— Sim, entre — sentei novamente na cadeira e pensei como o departamento de RH trabalhava rápido se já tinham vindo me demitir em menos de um minuto.
Uma morena alta, por volta dos quarenta anos, entrou no escritório vestindo um elegante conjunto azul de trabalho. O cabelo caía sobre os ombros e ela usava pouca maquiagem. Para a idade, parecia bastante atraente: rosto redondo, olhos cinzentos, nariz fino e lábios cheios. Pequenos brincos brilhavam em suas orelhas. O blazer azul se ajustava à blusa branca, sugerindo seios volumosos, embora fosse difícil adivinhar exatamente o tamanho. A saia lápis moldava seus quadris largos e o bumbum cheio, terminando logo abaixo dos joelhos. Ela segurava algumas pastas contra o peito com mãos delicadas e unhas pintadas de vermelho vivo. Além da aliança, usava vários outros anéis de formas diferentes.
— Olá! Temos um pequeno problema — disse ela, com um tom de desculpa, sentando-se na cadeira do outro lado da mesa. — As meninas da minha equipe cometeram um erro. Um funcionário saiu há seis meses, mas o documento de demissão nunca foi emitido… Então, oficialmente, ele ainda está registrado e continuamos pagando o salário dele…
Respirei aliviado por dentro — então ela não tinha vindo por minha causa. O RH ainda não sabia que eu havia sido demitido.
— Isso é ruim — disse pensativo. — Significa que devemos dinheiro a ele… Tudo bem, vamos pagar, mas o prejuízo ficará por sua conta. É uma quantia grande?
Ela perdeu completamente a segurança.
— Enorme… Eu não tenho esse tipo de dinheiro…
— Então pegue um empréstimo e pague — o álcool e a situação me deixaram mais atrevido. Eu já não tinha nada a perder e resolvi me divertir um pouco. — Ou teremos que demiti-la. Mas de qualquer forma recuperaremos o dinheiro na justiça.
Olhei para ela com atenção e severidade. Seus lábios tremiam e lágrimas quase apareceram em seus olhos.
— Talvez exista alguma solução? Pela contabilidade ou algo assim… — ela me olhou suplicante.
Na verdade eu tinha descoberto a situação recentemente. O ex-funcionário veio falar comigo pessoalmente. Sendo honesto, confessou que vinha recebendo dinheiro por engano, pediu desculpas e deixou um maço de dinheiro equivalente ao valor recebido. O dinheiro ainda estava no meu cofre e eu ainda não tinha decidido o que fazer com ele. Talvez eu mesmo precisasse mais dele.
Ela colocou as pastas sobre a mesa, cobrindo-as com suas unhas vermelhas, inclinou-se um pouco para frente e me olhou implorando.
— Talvez possamos resolver isso de alguma forma?
— Como exatamente?
— Não sei… você tem contatos…
— Contatos eu tenho… — desabotoei o paletó e me recostei.
— Eu ficaria extremamente grata.
Levantei, abri novamente o cofre, peguei a garrafa e dois copos e servi uísque.
— Não se preocupe. Beba um pouco.
Ela pegou o copo com a mão trêmula e tomou um pequeno gole. Eu esvaziei o meu de uma vez.
O calor se espalhou pelo meu corpo. Eu me senti relaxado e de repente tive vontade de alguma diversão.
— Que tipo de calcinha você está usando hoje? — perguntei com um sorriso satisfeito.
— O quê… o que isso tem a ver… o que você está fazendo? — ela parecia completamente confusa.
— Você queria minha ajuda. Eu só quero algo em troca.
— Não. Eu não aceito isso.
Ela se levantou e caminhou em direção à porta, os saltos batendo no parquet. Os quadris balançavam enquanto ela andava. Pela saia eu podia ver o contorno da lingerie cobrindo seu bumbum cheio. Ela segurou a maçaneta.
— Vá em frente então. Mas espero sua carta de demissão até esta noite. E anexe o comprovante de pagamento da dívida.
— Vermelha — disse ela baixinho.
— O quê?
— Minha calcinha é vermelha.
— Ótimo. Volte e sente-se.
Ela voltou obedientemente e se sentou novamente diante de mim. Enchi seu copo até a metade.
— Beba.
Ela o esvaziou rapidamente.
— Levante-se, por favor.
Ela se levantou e me olhou com medo, o que estranhamente me excitou. Ela me lembrava as mulheres dos antigos filmes eróticos italianos, com seus quadris largos e seios grandes.
— Levante a saia. Quero ter certeza de que você não mentiu.
Ela hesitou, mas levantou a saia lentamente. Primeiro apareceram os joelhos, depois as coxas fortes e finalmente a renda escarlate da calcinha.
— Vire-se.
Ela se virou de costas. A renda vermelha se esticava sobre seu bumbum redondo.
— Excelente. Abaixe a saia e sente-se.
Ela se sentou novamente. Um leve sinal de esperança apareceu em seus olhos.
— Mostre-me seus seios.
Ela suspirou, mas desabotoou o blazer e a blusa. Apareceu um sutiã vermelho do mesmo conjunto.
— Assim não serve. Quero vê-los.
Ela tirou o sutiã. Seus seios grandes mantinham uma forma bonita, e os mamilos rosados estavam rígidos.
— Você fez cirurgia?
— Não.
— Quantos anos você tem?
— Quarenta e dois.
— Parece que você ganhou na loteria genética.
Ela se vestiu novamente.
— Isso é tudo? — perguntou com esperança.
— Ainda não. Venha aqui.
Ela ficou ao lado da minha cadeira. Passei a mão pela sua coxa.
— Não quer pagar o dinheiro?
— Não.
— Então levante a saia novamente.
A renda vermelha apareceu a poucos centímetros de mim. Toquei a parte interna da coxa e o tecido entre suas pernas estava úmido. Deslizei a mão entre suas pernas.
Seu corpo reagiu imediatamente.
— Quando foi a última vez?
— Ontem.
— Você gozou?
— Não.
Afastei a calcinha e a toquei diretamente. Ela estava quente e molhada. Quando deslizei um dedo dentro dela, ela soltou um pequeno suspiro.
— Você fez sexo oral nele?
— Sim…
— Engoliu?
— Sim…
Logo sua respiração ficou mais rápida. Sons úmidos encheram o escritório enquanto ela se movia contra minha mão até que finalmente tremeu e caiu na minha cadeira, respirando profundamente.
Aproveitei o momento, tirei meu pênis duro e guiei a boca dela até ele. Ela o aceitou sem resistência, ainda com os olhos fechados. Depois de alguns movimentos lentos, afastei-me antes de terminar.
Servi o restante do uísque e entreguei o copo a ela.
— Agora acabou?
— Eu ainda não terminei.
Apontei com a cabeça para o meu pênis.
— Esquecemos de algo. A porta não está trancada. Vá trancá-la.
Ela caminhou até a porta com a saia ainda levantada, os quadris balançando lentamente. Depois de trancar, voltou.
Puxei-a para perto.
— Vá até a mesa.
Ela se inclinou obedientemente sobre ela.
Dei um tapa forte em seu bumbum.
— Todo erro tem seu preço.
A pele dela ficou vermelha sob minha mão.
Logo puxei a calcinha dela até as coxas. Ela já estava completamente molhada. Encostei-me nela e entrei por trás com um único movimento.
No início ela gritou, mas gradualmente seu corpo relaxou e começou a se mover junto com o meu.
— Está gostando?
— Sim…
Ela segurou a mesa enquanto eu empurrava cada vez mais fundo. Em poucos minutos a tensão cresceu até que finalmente gozei dentro dela.
Depois me joguei de volta na cadeira. Ela se vestiu lentamente.
— Então estamos quites agora?
— Claro.
Ela sorriu levemente.
— Amanhã você não vai me castigar. Eu já sei que você foi demitido. E sei do dinheiro no cofre.
Olhei para ela surpreso.
— Meu marido trabalha no turno da noite hoje — disse ela com um olhar malicioso.
Então se virou e saiu do escritório, balançando os quadris lentamente enquanto se afastava.
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