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Transei com outro cara enquanto meu marido dormia

Publicado em 03.31.2026

Naquela noite, tudo estava como sempre. A sala estava mergulhada numa luz quente e amarelada do abajur, as conversas se misturavam ao tilintar dos copos, e uma música baixa tocava ao fundo. Estávamos comemorando dez anos de amizade com Caio — um amigo da família que nos conhecia muito antes de nos tornarmos um “casal de verdade”. Ele foi testemunha do nosso casamento, padrinho do nosso filho e alguém para quem você pode ligar até de madrugada.

Meu marido, Rafael, estava animado naquela noite. Brincava muito, bebia bastante e falava sem parar. Caio, ao contrário, era mais quieto, mais contido, com um sorriso leve, quase triste. Depois do divórcio, ele começou a aparecer mais vezes lá em casa, como se buscasse o calor que tinha perdido.

Eu estava sentada numa poltrona, tomando um vinho seco, observando os dois de lado. Rafael, já com o rosto vermelho, batia no ombro de Caio enquanto contava suas histórias intermináveis. Em certo momento, nossos olhares se encontraram.

Não foi um olhar comum.

Ele não me olhava como a esposa de um amigo. Ele olhava por tempo demais. Os olhos dele percorriam meu rosto, meu pescoço, meus ombros.

Desviei o olhar, como se estivesse ajeitando a alça do vestido, mas meu coração já tinha falhado uma batida.

Por volta da meia-noite, Rafael mal conseguia falar. Tomou mais um copo de conhaque, murmurou algo e foi “deitar um pouco” no sofá. Em menos de um minuto, já estava roncando.

Ficamos sozinhos.

— Então… acabou a conversa, — disse Caio com um leve sorriso, olhando para Rafael. — Quer ajuda com a louça?

— Não, deixa, eu resolvo, — respondi, me levantando e sentindo a cabeça levemente girar por causa do vinho. — Fica aí.

Mesmo assim, ele me seguiu até a cozinha.

Eu estava na pia, enxaguando os copos. A água corria, o vidro fazia um som leve. Do outro lado da parede, meu marido roncava tranquilo. Caio ficou apoiado na porta, com os braços cruzados.

O silêncio era estranho.

— Esse vestido fica muito bem em você, — disse ele baixo. — A cor… combina com você.

Fiquei imóvel.

— Obrigada…

Não me virei.

Senti ele se aproximar antes mesmo de ouvir os passos. O cheiro do perfume dele, misturado com conhaque, me envolveu. As mãos dele pousaram na minha cintura, e eu me arrepiei.

— O que você está fazendo?.. — sussurrei.

— O que eu estou querendo fazer desde o começo da noite.

A voz dele perto do meu ouvido. Os lábios roçando de leve.

Eu deveria ter parado.

Não parei.

Fechei os olhos e inclinei a cabeça para trás. A boca dele no meu pescoço — úmida, intensa, cada vez mais insistente. As mãos dele deslizaram pelas minhas coxas, subindo meu vestido.

— Fica quieta… — sussurrou.

Ele me virou de frente.

O olhar dele tinha mudado.

— De joelhos.

Eu desci para o chão frio.

Ele soltou o cinto, abriu a calça. O zíper desceu, e o pau duro dele apareceu.

Passei a língua nos lábios.

Ele segurou o pau e levou até minha boca.

— Abre.

Obedeci. Senti o gosto — salgado, forte. Passei a língua pela cabeça, sentindo pulsar.

— Mais fundo.

A mão dele na minha cabeça, pressionando levemente. Eu levei mais fundo. Ainda mais.

O movimento ficou rítmico. Dentro. Fora. Dentro.

A saliva escorria, tudo estava molhado e escorregadio. Os sons úmidos preenchiam a cozinha.

Minha calcinha estava encharcada.

— Olha pra mim.

Levantei o olhar. Ele me encarava. Rafael roncava.

Isso só deixava tudo mais intenso.

De repente, ele tirou o pau da minha boca.

— Chega. Eu te quero.

Ele me puxou para cima e me pressionou contra a janela fria. Lá fora, a noite.

Ele desceu as alças do meu vestido. Meus seios ficaram à mostra. Apertou meus mamilos com força até eu gemer.

A boca dele nos meus seios. A outra mão entre minhas pernas.

Ele afastou minha calcinha e tocou minha buceta molhada.

— Olha só como você está molhada…

Os dedos dele entraram. Um. Depois dois. Devagar. Fundo.

Meu corpo se abriu.

— Por favor… — sussurrei. — Me fode.

Ele tirou os dedos, passou neles pelo pau e encostou o pau na minha buceta.

— Olha pra mim.

Olhei.

E com um movimento forte, ele entrou todo em mim.

Meu corpo se apertou ao redor dele.

— Caralho… você é apertada…

Ele começou a me foder. Primeiro devagar, fundo. Depois mais rápido. Mais forte.

Os sons molhados enchiam a cozinha.

Enrolei minhas pernas nele.

O polegar dele encontrou meu clitóris e começou a girar.

A tensão subia.

— Eu vou… — sussurrei.

— Vai… goza pra mim.

E eu gozei.

Onda após onda.

Meu corpo tremia em volta do pau dele.

Ele deu mais algumas estocadas fortes e gozou dentro de mim, quente.

Ficamos parados.

Só a respiração.

Na sala, Rafael continuava roncando.

Ele saiu devagar de dentro de mim. Senti o calor escorrer pela minha coxa.

Nos olhamos.

— Desculpa…

— Não.

Nos vestimos.

Voltamos como se nada tivesse acontecido.

Rafael dormia.

Na porta, Caio beijou minha mão.

— Boa noite.

A porta se fechou.

Mais tarde, deitada na cama ao lado do meu marido, fiquei olhando para o teto.

Ainda sentia o calor entre as pernas.

Eu não sabia o que o amanhã traria.

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