Autoestopista — apanhei-a e fodi-a
— Olá, para onde vai?
— Preciso de ir para Lisboa — respondeu a rapariga, um pouco confusa — perdi o meu autocarro e tenho mesmo de chegar lá hoje, não sei o que fazer.
— Posso levá-la, também vou nessa direção, estou à procura de passageiros para não ir vazio.
— A sério!? — os olhos dela brilharam — ia ajudar-me imenso, diga-me, quanto lhe devo pela viagem?
— Levo uma rapariga bonita pelo preço de um bilhete, se me prometer uma conversa agradável pelo caminho — estendi a mão para a mala dela para a ajudar até ao carro.
— Perfeito, muito obrigada, ainda bem que a encontrei — disse ela, seguindo atrás de mim, um pouco tímida.
O dia, na verdade, não tinha sido nada de especial desde a manhã. Depois de vários anos a trabalhar no transporte de passageiros, há dias em que simplesmente nada corre bem. De manhã consegui arranjar passageiros para ir comigo até à capital, o plano era tratar de alguns assuntos antes do almoço e depois arranjar novos passageiros e regressar. Mas não correu como esperado. Depois de estar várias horas na estação de autocarros, acabei por decidir voltar sozinho. Já eram quase oito da noite e a viagem demora cerca de três horas, não fazia sentido esperar mais. O último autocarro para a minha cidade já tinha partido cheio, por isso dificilmente apareceria alguém.
Mas então vi-a. Saiu do edifício da estação completamente perdida, quase a chorar, a olhar à volta. Pensei em perguntar o que se passava, talvez pudesse ajudar, e acabou por ser a decisão certa.
Apesar de ser um pouco cheia, era atraente. Tinha um peito grande e bonito, foi a primeira coisa em que reparei. Cabelo comprido preso, unhas arranjadas, maquilhagem discreta — tudo nela transmitia uma personalidade reservada. Uma daquelas raparigas a que chamam “ratinha”.
Sentámo-nos à frente e arrancámos. A conversa no início foi algo travada e insegura.
— Já agora, chamo-me Miguel — sorri para ela, tentando aliviar o ambiente.
— Inês — respondeu ela, timidamente.
— Inês, não tenha receio, levo-a em segurança. Faço este percurso todos os dias há anos. Se não se importar, posso pôr música?
— Sim, claro, a música no carro cria um ambiente agradável — assentiu Inês.
— Concordo, vou pôr baixo para não atrapalhar.
— Está bem.
Parecia impossível fazê-la falar. Estava muito calada, algo nervosa por estarmos sozinhos no carro. Olhava para ela de lado. Na escuridão da noite de outono, o rosto dela parecia ainda mais bonito. As pestanas longas chamavam a atenção, e os lábios carnudos brilhavam à luz da lua. Começaram a surgir pensamentos eróticos, claro que tentei controlar-me e continuei a conversa.
— Inês, desculpe a pergunta pessoal — ao fim de meia hora arrisquei — tem namorado?
— Não — respondeu — porquê?
— É uma rapariga muito interessante, é agradável falar consigo, fiquei curioso para saber quem tem essa sorte.
— Miguel, está a exagerar.
— Nem por isso, até estou a ser modesto, é muito atraente, desculpe a franqueza — disse, observando a reação dela. Ela corou de imediato, mordeu ligeiramente o lábio, e eu fiquei preso àquela imagem.
— Não usa anel… tem namorado!? — ainda mais envergonhada, desviou o olhar rapidamente.
— Não, sou solteiro. Por isso posso dizer, de consciência tranquila, que gosto de si.
A conversa seguiu tranquila. Ela era tão tímida, e isso agradava-me cada vez mais. O peito dela subia a cada respiração. Tive sorte de a estrada estar vazia, podia distrair-me a olhar para ela. Os pensamentos intensificavam-se, queria torná-los realidade.
— Miguel, podemos parar numa estação de serviço?
— Claro, também preciso de abastecer.
Parámos. Ela foi tratar do que precisava, eu abasteci, comprei água e esperei. À luz forte, ela voltou poucos minutos depois. Mesmo com as suas formas, movia-se com leveza, as ancas eram largas mas proporcionais, as calças assentavam-lhe perfeitamente, e o peito estava marcado pela camisola justa. Excitava-me. Comecei mesmo a desejá-la.
— Comprei café para não adormecermos na estrada! — disse ela, entregando-me um copo de espresso.
— Obrigado, é mesmo o que preciso, o dia foi longo.
Seguimos viagem. Ela parecia mais descontraída agora. Eu começava a perder a concentração na estrada.
De repente, algo surgiu à frente do carro e tive de travar bruscamente. Inês projetou-se para a frente, segurou-se ao cinto, mas entornou o café. Parei na berma.
— Inês, desculpe, passou um animal, queimou-se?
— Não, mas a camisola ficou molhada, tenho uma camisa na mala, posso trocar? É desconfortável assim.
— Claro, posso sair se quiser.
— Vou atrás trocar-me rapidamente, não olhe — disse ela num tom suave que tornava difícil obedecer.
Foi buscar a camisa e sentou-se atrás. Na penumbra, os movimentos dela pareciam um convite. Olhei pelo espelho. Ela percebeu — e parecia gostar. Tirou a camisola, um sutiã branco de renda segurava-lhe os seios grandes, quase transparente, deixando ver os contornos dos mamilos.
— Inês, precisa de ajuda? — sorri.
— Vai ajudar-me com a camisa? — riu, corando — prometeu não olhar.
— Desculpe, mas é demasiado bonita, não consegui evitar — ajustei o pau na calça.
— Não acha que está a ir rápido demais? — olhou-me diretamente, sem vestir a camisa.
Virei-me para ela, percebendo o momento.
— Parece que também não tem pressa em vestir-se… e isso excita-me — fui direto.
— Não quero que pense mal de mim, mas já tinha gostado de si na estação.
— Nem pensar, somos adultos, percebemos. Parece que queremos o mesmo, não?
— Sim — respondeu, corada.
— Vou conduzir para um sítio mais isolado.
— É melhor.
Levei o carro para um caminho secundário junto a um lago, parei e apaguei as luzes.
— Posso ir para trás consigo, Inês?
— O carro é seu… pode fazer o que quiser.
— Está a confiar muito em mim.
— Confio.
Fui para trás, ela já tinha tirado a camisola.
— Não vai correr mal, quero fazer-lhe algo bom, se quiser.
— O que é “algo bom”?
— Quero beijá-la primeiro — puxei-a para mim.
Ela entregou-se imediatamente, o beijo foi longo, brincava com a minha língua, mordi-lhe o lábio, ela estremeceu mas não parou. Segurei-lhe a nuca enquanto a outra mão apertava o peito.
— Posso tirar isto?
— Sim — respondeu, curto.
Soltei o sutiã, caiu. Ela olhou-me com um leve receio, levei os mamilos à boca.
— Tem uns seios incríveis.
Ela gemeu baixinho.
Abri-lhe as calças, ela levantou o corpo, a cueca estava molhada, levei a mão entre as pernas e senti como estava excitada. Massageei o clitóris, ela ficava cada vez mais húmida.
— Tenho de tirar as calças — inclinei-me para trás, abrindo o cinto.
Ela observava enquanto tirava o pau.
— Serve?
— Impressionante — olhou fixamente.
— Toque.
Ela segurou, passou a mão ao longo do comprimento.
Puxei-a para baixo, começou a chupar, um pouco desajeitada, mas excitada. Ao mesmo tempo, estimulava-a com os dedos. Ela gemia e chupava com mais intensidade. Introduzi os dedos, ela veio-se rapidamente.
— Quero foder-te — sussurrei.
Ela virou-se, penetrei-a, gritou, estava apertada. Comecei a foder com força, segurando-lhe os seios, ela gemia alto. Veio-se outra vez. Virei-a de costas, levantei-lhe a perna e continuei. Segurei-lhe o cabelo e beijei-a enquanto a fodia. Depois de algum tempo, vim-me, ejaculando sobre a barriga dela.
— És incrível — respirei fundo.
Limpámo-nos, ela riu-se quando tentei ajustar o sutiã.
— Vamos apanhar ar — abri as portas.
Ela saiu, ajeitou a roupa. Fui até ela, agarrei-a pela cintura e beijei-a novamente.
Pouco depois aconteceu outra vez, ao lado do carro. Virei-a contra o capô, baixei-lhe as calças e entrei o mais fundo que consegui. Ela gritou, depois começou a aproveitar, vindo-se várias vezes. Estava completamente entregue. Quando estava quase a vir-me, virei-a, fiz com que se inclinasse e fodi-lhe a boca, acabando lá.
Mais tarde, enquanto fazíamos os últimos quilómetros, combinámos voltar a encontrar-nos, desta vez num encontro a sério. Aquilo tinha de continuar. Ela era incrível na cama e eu queria mais. Nunca ninguém se tinha entregue assim a mim, e parecia que ela gostava tanto quanto eu.
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