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Autoestopista — apanhei-a e fodi-a

Publicado em 04.08.2026

— Olá, para onde vai?

— Preciso de ir para Lisboa — respondeu a rapariga, um pouco confusa — perdi o meu autocarro e tenho mesmo de chegar lá hoje, não sei o que fazer.

— Posso levá-la, também vou nessa direção, estou à procura de passageiros para não ir vazio.

— A sério!? — os olhos dela brilharam — ia ajudar-me imenso, diga-me, quanto lhe devo pela viagem?

— Levo uma rapariga bonita pelo preço de um bilhete, se me prometer uma conversa agradável pelo caminho — estendi a mão para a mala dela para a ajudar até ao carro.

— Perfeito, muito obrigada, ainda bem que a encontrei — disse ela, seguindo atrás de mim, um pouco tímida.

O dia, na verdade, não tinha sido nada de especial desde a manhã. Depois de vários anos a trabalhar no transporte de passageiros, há dias em que simplesmente nada corre bem. De manhã consegui arranjar passageiros para ir comigo até à capital, o plano era tratar de alguns assuntos antes do almoço e depois arranjar novos passageiros e regressar. Mas não correu como esperado. Depois de estar várias horas na estação de autocarros, acabei por decidir voltar sozinho. Já eram quase oito da noite e a viagem demora cerca de três horas, não fazia sentido esperar mais. O último autocarro para a minha cidade já tinha partido cheio, por isso dificilmente apareceria alguém.

Mas então vi-a. Saiu do edifício da estação completamente perdida, quase a chorar, a olhar à volta. Pensei em perguntar o que se passava, talvez pudesse ajudar, e acabou por ser a decisão certa.

Apesar de ser um pouco cheia, era atraente. Tinha um peito grande e bonito, foi a primeira coisa em que reparei. Cabelo comprido preso, unhas arranjadas, maquilhagem discreta — tudo nela transmitia uma personalidade reservada. Uma daquelas raparigas a que chamam “ratinha”.

Sentámo-nos à frente e arrancámos. A conversa no início foi algo travada e insegura.

— Já agora, chamo-me Miguel — sorri para ela, tentando aliviar o ambiente.

— Inês — respondeu ela, timidamente.

— Inês, não tenha receio, levo-a em segurança. Faço este percurso todos os dias há anos. Se não se importar, posso pôr música?

— Sim, claro, a música no carro cria um ambiente agradável — assentiu Inês.

— Concordo, vou pôr baixo para não atrapalhar.

— Está bem.

Parecia impossível fazê-la falar. Estava muito calada, algo nervosa por estarmos sozinhos no carro. Olhava para ela de lado. Na escuridão da noite de outono, o rosto dela parecia ainda mais bonito. As pestanas longas chamavam a atenção, e os lábios carnudos brilhavam à luz da lua. Começaram a surgir pensamentos eróticos, claro que tentei controlar-me e continuei a conversa.

— Inês, desculpe a pergunta pessoal — ao fim de meia hora arrisquei — tem namorado?

— Não — respondeu — porquê?

— É uma rapariga muito interessante, é agradável falar consigo, fiquei curioso para saber quem tem essa sorte.

— Miguel, está a exagerar.

— Nem por isso, até estou a ser modesto, é muito atraente, desculpe a franqueza — disse, observando a reação dela. Ela corou de imediato, mordeu ligeiramente o lábio, e eu fiquei preso àquela imagem.

— Não usa anel… tem namorado!? — ainda mais envergonhada, desviou o olhar rapidamente.

— Não, sou solteiro. Por isso posso dizer, de consciência tranquila, que gosto de si.

A conversa seguiu tranquila. Ela era tão tímida, e isso agradava-me cada vez mais. O peito dela subia a cada respiração. Tive sorte de a estrada estar vazia, podia distrair-me a olhar para ela. Os pensamentos intensificavam-se, queria torná-los realidade.

— Miguel, podemos parar numa estação de serviço?

— Claro, também preciso de abastecer.

Parámos. Ela foi tratar do que precisava, eu abasteci, comprei água e esperei. À luz forte, ela voltou poucos minutos depois. Mesmo com as suas formas, movia-se com leveza, as ancas eram largas mas proporcionais, as calças assentavam-lhe perfeitamente, e o peito estava marcado pela camisola justa. Excitava-me. Comecei mesmo a desejá-la.

— Comprei café para não adormecermos na estrada! — disse ela, entregando-me um copo de espresso.

— Obrigado, é mesmo o que preciso, o dia foi longo.

Seguimos viagem. Ela parecia mais descontraída agora. Eu começava a perder a concentração na estrada.

De repente, algo surgiu à frente do carro e tive de travar bruscamente. Inês projetou-se para a frente, segurou-se ao cinto, mas entornou o café. Parei na berma.

— Inês, desculpe, passou um animal, queimou-se?

— Não, mas a camisola ficou molhada, tenho uma camisa na mala, posso trocar? É desconfortável assim.

— Claro, posso sair se quiser.

— Vou atrás trocar-me rapidamente, não olhe — disse ela num tom suave que tornava difícil obedecer.

Foi buscar a camisa e sentou-se atrás. Na penumbra, os movimentos dela pareciam um convite. Olhei pelo espelho. Ela percebeu — e parecia gostar. Tirou a camisola, um sutiã branco de renda segurava-lhe os seios grandes, quase transparente, deixando ver os contornos dos mamilos.

— Inês, precisa de ajuda? — sorri.

— Vai ajudar-me com a camisa? — riu, corando — prometeu não olhar.

— Desculpe, mas é demasiado bonita, não consegui evitar — ajustei o pau na calça.

— Não acha que está a ir rápido demais? — olhou-me diretamente, sem vestir a camisa.

Virei-me para ela, percebendo o momento.

— Parece que também não tem pressa em vestir-se… e isso excita-me — fui direto.

— Não quero que pense mal de mim, mas já tinha gostado de si na estação.

— Nem pensar, somos adultos, percebemos. Parece que queremos o mesmo, não?

— Sim — respondeu, corada.

— Vou conduzir para um sítio mais isolado.

— É melhor.

Levei o carro para um caminho secundário junto a um lago, parei e apaguei as luzes.

— Posso ir para trás consigo, Inês?

— O carro é seu… pode fazer o que quiser.

— Está a confiar muito em mim.

— Confio.

Fui para trás, ela já tinha tirado a camisola.

— Não vai correr mal, quero fazer-lhe algo bom, se quiser.

— O que é “algo bom”?

— Quero beijá-la primeiro — puxei-a para mim.

Ela entregou-se imediatamente, o beijo foi longo, brincava com a minha língua, mordi-lhe o lábio, ela estremeceu mas não parou. Segurei-lhe a nuca enquanto a outra mão apertava o peito.

— Posso tirar isto?

— Sim — respondeu, curto.

Soltei o sutiã, caiu. Ela olhou-me com um leve receio, levei os mamilos à boca.

— Tem uns seios incríveis.

Ela gemeu baixinho.

Abri-lhe as calças, ela levantou o corpo, a cueca estava molhada, levei a mão entre as pernas e senti como estava excitada. Massageei o clitóris, ela ficava cada vez mais húmida.

— Tenho de tirar as calças — inclinei-me para trás, abrindo o cinto.

Ela observava enquanto tirava o pau.

— Serve?

— Impressionante — olhou fixamente.

— Toque.

Ela segurou, passou a mão ao longo do comprimento.

Puxei-a para baixo, começou a chupar, um pouco desajeitada, mas excitada. Ao mesmo tempo, estimulava-a com os dedos. Ela gemia e chupava com mais intensidade. Introduzi os dedos, ela veio-se rapidamente.

— Quero foder-te — sussurrei.

Ela virou-se, penetrei-a, gritou, estava apertada. Comecei a foder com força, segurando-lhe os seios, ela gemia alto. Veio-se outra vez. Virei-a de costas, levantei-lhe a perna e continuei. Segurei-lhe o cabelo e beijei-a enquanto a fodia. Depois de algum tempo, vim-me, ejaculando sobre a barriga dela.

— És incrível — respirei fundo.

Limpámo-nos, ela riu-se quando tentei ajustar o sutiã.

— Vamos apanhar ar — abri as portas.

Ela saiu, ajeitou a roupa. Fui até ela, agarrei-a pela cintura e beijei-a novamente.

Pouco depois aconteceu outra vez, ao lado do carro. Virei-a contra o capô, baixei-lhe as calças e entrei o mais fundo que consegui. Ela gritou, depois começou a aproveitar, vindo-se várias vezes. Estava completamente entregue. Quando estava quase a vir-me, virei-a, fiz com que se inclinasse e fodi-lhe a boca, acabando lá.

Mais tarde, enquanto fazíamos os últimos quilómetros, combinámos voltar a encontrar-nos, desta vez num encontro a sério. Aquilo tinha de continuar. Ela era incrível na cama e eu queria mais. Nunca ninguém se tinha entregue assim a mim, e parecia que ela gostava tanto quanto eu.

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